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EPIFANIA é uma festa religiosa cristã que comemora a manifestação de Jesus Cristo como Deus encarnado.
No cristianismo ocidental, esta festa lembra a visita dos Três Reis Magos, enquanto no Oriente lembra o batismo de Jesus.
No período do Advento, quando os cristãos se preparam para o Natal do Senhor, monta-se a Árvore de Natal, além do Presépio e outros enfeites de Natal, que fazem alusão à alegria do nascimento do Menino Jesus. Então, no primeiro domingo do Advento, são montadas as Árvores de Natal e o presépio.
O sentido da Árvore de Natal
A árvore de Natal tradicional é o Pinheiro, pois essa árvore representa a vida e, mais ainda, ela é uma árvore forte que se mantém verde até mesmo durante os invernos rigorosos. Já a maioria das outras árvores, no frio perdem suas folhas e mudam de cor, mas o pinheiro não, ele se mantém imponente. Aqui, no Brasil, a tradição de montar Árvores de Natal teve início apenas no século XX.
A tradição de enfeitar árvores é bem mais antiga e faz relação ao solstício de inverno, que marca o fim do inverno. Foi aproximadamente em 1500 que os cristãos começaram o costume de montar suas Árvores de Natal.
O período natalino se encerra com a Festa do Batismo do Senhor.
A Festa do Batismo do Senhor é uma data móvel, não tem dia fixo, mas é celebrada todo dia 05 de janeiro, podendo cair em qualquer dia da semana. No dia seguinte a essa data, celebra-se o dia dos Reis Magos, ou seja, dia 06 de janeiro.
A festa dos Reis é a última grande festa do ciclo de Natal, portanto, podemos desmontar as árvores de Natal no dia 06 de janeiro. Depois da Festa do Batismo de Jesus e festa dos Reis, inicia-se um novo tempo litúrgico: a primeira parte do tempo comum que se estende até a terça-feira de carnaval.
Obs: Se o Batismo do Senhor for em data posterior ao Dia de Reis (Epifania, 6 de janeiro), é liturgicamente correto e até recomendado manter a árvore de Natal montada até a Festa do Batismo do Senhor, pois é essa data que encerra oficialmente o Tempo do Natal na Igreja Católica, marcando o fim do ciclo litúrgico natalino. Assim, você pode desmontar na festa do Batismo, que em 2026 será dia 11 de janeiro, após o Dia de Reis.
2 dias atrás
Queres unir-te mais a Deus?
Ouça o que diz São Francisco de Sales, em "Filotéia", pag. 26:
"Mostro-lhe dois grandes meios de se unir mais e mais com a Majestade divina:
o uso dos sacramentos, pelos quais Deus vem a nós,
e a oração, pela qual nós vamos a Deus".
5 dias atrás
Acabou o Natal?
Ficou no final a casa bagunçada... os papéis dos presentes abertos... o resto dos quitutes na geladeira .... logo vão se estragar.
O Natal foi celebrado, vivemos momentos de amor e partilha.
Agora, vamos nos preparar para o Ano Novo.
Mas, como terminar o feriado sem este tédio, sem este sentimento de fim?
Precisamos de união.
Por que ficou a bagunça depois da festa?
Mas todos vivenciaram os bons momentos.
Está faltando o nosso compromisso, o nosso respeito com o outro. Com o planeta. Porque nós espalhamos aquilo que sentimos.
O amor precisa preencher a nossa vida. Como? Tornando-se vida! Vida que se compromete, que participa, que ajuda.
Estejamos unidos para festejar.
Estejamos unidos também para o trabalho originado pela festa. Quando não há esta união, a festa se torna temerária. Principalmente as festas de final de ano, onde o principal é o nascimento do Menino Deus. É o aniversário de Jesus! Não é uma festa pagã, onde todos se embriagam e vão-se embora da mesma maneira que chegaram. Não, a nossa festa celebra algo que está dentro e que quer transformar.
Deixemo-nos transformar! Podemos começar pela união, na limpeza da bagunça que sobrou no final. União e justiça. Dividimos tudo de bom... agora é hora de dividir o trabalho.
Assim teremos boas lembranças no ano seguinte, para mais uma vez festejar o Menino que vem a nós, trazendo paz, amor e esperança.
10 dias atrás
A paz é uma presença e um caminho
"Antes de ser um objetivo, a paz é uma presença e um caminho. Mesmo que seja contestada dentro e fora de nós, como uma pequena chama ameaçada pela tempestade, guardemo-la sem esquecer os nomes e as histórias daqueles que a testemunharam. É um princípio que orienta e determina as nossas escolhas", ressalta o Papa.
"O caminho de Jesus continua sendo motivo de perturbação e medo. E Ele repete com firmeza àqueles que gostariam de defendê-lo: «Mete a espada na bainha». A paz de Jesus ressuscitado é desarmada, porque desarmada foi a sua luta, dentro de precisas circunstâncias históricas, políticas e sociais. Os cristãos devem tornar-se, juntos, testemunhas proféticas desta novidade, conscientes das tragédias das quais muitas vezes foram cúmplices. A grande parábola do juízo universal convida todos os cristãos a, conscientemente, agir com misericórdia. E, ao fazê-lo, encontrarão ao seu lado irmãos e irmãs que, por caminhos diferentes, souberam ouvir a dor dos outros e se libertaram interiormente do engano da violência", escreve Leão XIV em sua mensagem.
12 dias atrás
CARTA ENCÍCLICADEUS CARITAS EST
INTRODUÇÃO
1. « Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele » (1 Jo 4, 16). Estas palavras da I Carta de João exprimem, com singular clareza, o centro da fé cristã: a imagem cristã de Deus e também a consequente imagem do homem e do seu caminho. Além disso, no mesmo versículo, João oferece-nos, por assim dizer, uma fórmula sintética da existência cristã: « Nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem ».
Nós cremos no amor de Deus — deste modo pode o cristão exprimir a opção fundamental da sua vida. Ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. No seu Evangelho, João tinha expressado este acontecimento com as palavras seguintes: « Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu Filho único para que todo o que n'Ele crer (...) tenha a vida eterna » (3, 16). Com a centralidade do amor, a fé cristã acolheu o núcleo da fé de Israel e, ao mesmo tempo, deu a este núcleo uma nova profundidade e amplitude. O crente israelita, de facto, reza todos os dias com as palavras do Livro do Deuteronómio, nas quais sabe que está contido o centro da sua existência: « Escuta, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças » (6, 4-5). Jesus uniu — fazendo deles um único preceito — o mandamento do amor a Deus com o do amor ao próximo, contido no Livro do Levítico: « Amarás o teu próximo como a ti mesmo » (19, 18; cf. Mc 12, 29-31). Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um « mandamento », mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro.
Num mundo em que ao nome de Deus se associa às vezes a vingança ou mesmo o dever do ódio e da violência, esta é uma mensagem de grande actualidade e de significado muito concreto. Por isso, na minha primeira Encíclica, desejo falar do amor com que Deus nos cumula e que deve ser comunicado aos outros por nós. Estão assim indicadas as duas grandes partes que compõem esta Carta, profundamente conexas entre elas. A primeira terá uma índole mais especulativa, pois desejo — ao início do meu Pontificado — especificar nela alguns dados essenciais sobre o amor que Deus oferece de modo misterioso e gratuito ao homem, juntamente com o nexo intrínseco daquele Amor com a realidade do amor humano. A segunda parte terá um carácter mais concreto, porque tratará da prática eclesial do mandamento do amor ao próximo. O argumento aparece demasiado amplo; uma longa explanação, porém, não entra no objectivo da presente Encíclica. O meu desejo é insistir sobre alguns elementos fundamentais, para deste modo suscitar no mundo um renovado dinamismo de empenhamento na resposta humana ao amor divino.
19 dias atrás